A terapia de reposição hormonal é uma técnica que vem sendo utilizada há décadas para tratar uma série de condições que causam desequilíbrios hormonais, como sintomas da menopausa e disfunções sexuais. Além disso, eles também podem ajudar diversas pessoas a conquistar mais saúde.
Os implantes hormonais podem ser uma boa alternativa para homens que sofrem com o declínio andrônico relacionado ao envelhecimento. Ainda, podemos usa-los em mulheres que sofrem com os sintomas da menopausa, endometriose e até mesmo alguns casos de Síndrome dos Ovários Policísticos (SOP)
Implantes hormonais: O que são e como funcionam?
Os implantes hormonais são pequenos pellets subcutâneos – pequenos tubinhos – geralmente inseridos sob a pele da região glútea. Esses pellets contêm hormônios, os quais são liberados gradativamente no corpo durante um período de alguns meses.
E dentre as opções disponíveis temos os implantes absorvíveis com duração entre quatro e seis meses e os não-absorvíveis, que seguem no organismo por entre dez e até doze meses.
Uma das principais vantagens em optar por uma terapia de reposição hormonal através dos implantes hormonais é a conveniência. Principalmente porque o médico irá inserir os pellets uma vez a cada perído de tempo, reduzindo a necessidade de visitas frequentes ao consultório. Além disso, os implantes hormonais têm uma dosagem precisa e consistente, o que significa que o paciente recebe a quantidade exata de hormônios necessária para o tratamento.
Entenda o que são e como funcionam os hormônios sintéticos
Os hormônios sintéticos são projetados para se ligarem aos mesmos receptores hormonais que os naturais, desencadeando as mesmas respostas biológicas. No entanto, como os hormônios sintéticos são compostos por moléculas químicas diferentes das moléculas dos hormônios naturais, eles podem apresentar diferenças na atividade biológica, na potência e na duração da ação.
Apesar das vantagens, os implantes hormonais sintéticos também têm algumas desvantagens. Assim como todo o tratamento, o seu uso pode causar efeitos colaterais, como dores de cabeça, sangramento irregular para as mulheres e alterações de humor.
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Contraindicações do uso de hormônios sintéticos
Geralmente a contraindicação para este tratamento estão associadas aos riscos potenciais. Dessa forma, não recomendamos os hormônios sintéticos em casos como:
- Pessoas com histórico de câncer de mama, útero ou ovário, pois o uso de hormônios sintéticos pode aumentar o risco de recorrência ou desenvolvimento de câncer.
- Pessoas com histórico de doença hepática, renal ou cardiovascular
- Pessoas com histórico de coágulos sanguíneos ou com risco aumentado de desenvolvê-los, pois o uso de hormônios sintéticos pode aumentar o risco de trombose.
- Pessoas com hipersensibilidade a componentes dos hormônios sintéticos, que podem apresentar reações alérgicas.
Em suma, para saber se você pode passar por um tratamento de reposição via implantes hormonais, precisamos realizar alguns exames. Dentre eles temos os exames de sangue e imagem, exames de metabolismo e composição corporal para que o seu perfil biológico seja analisado.
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